Revista Aprender http://aprender.esep.pt/index.php/aprender <p>Revista da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Portalegre</p> pt-PT aprender.esecs@ipportalegre.pt (Diretor da Revista Aprender) joaquim.marchao@ipportalegre.pt (Joaquim Marchão) Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 OJS 3.1.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/6 <p>Editorial</p> Amélia Marchão, Helder Henriques, Susana Porto, Teresa Mendes ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/6 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 A Criança. Uma reflexão a partir das atuais Orientações Curriculares para a Educação Pré‐Escolar http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/12 <p>O objetivo principal deste artigo prende‐se com uma breve reflexão dos autores, resultado dos seus interesses científicos e profissionais, sobre a construção do lugar da criança na sociedade portuguesa. Para o efeito, assume‐me um processo de revisão de literatura em diálogo com um corpus documental composto por documentos internacionais, legislação nacional e, particularmente, as Orientações Curriculares para a Educação Pré‐Escolar (2016). Através de uma abordagem metodológica com uma matriz qualitativa, procuramos defender a ideia da centralidade e singularidade da criança – pessoacidadã nas sociedades contemporâneas, com particular destaque para o caso Português.</p> Amélia Marchão, Helder Hemriques ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/12 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 Pedagogia‐em‐Participação em creche e jardim‐de‐infância no Centro Infantil Olivais Sul http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/17 <p>Neste artigo apresenta‐se a Pedagogia‐em‐Participação enquanto opção pedagógica explícita assumida pela Fundação Aga Khan no âmbito do Programa de Educação e Desenvolvimento da Infância que se desenvolve no Centro Infantil Olivais Sul, em Lisboa. A Pedagogia‐em‐Participação, que se insere na “família das pedagogias participativas”, é uma perspetiva pedagógica de qualidade para a educação em creche e jardim‐de‐infância desenvolvida pela Associação Criança.</p> <p>A partir da explicitação das dimensões partilhadas pelos modelos pedagógicos de qualidade, o artigo descreve os fundamentos e caraterísticas da Pedagogia‐em‐Participação analisando os aspetos relacionados com a intencionalidade educativa e a organização do ambiente educativo. Depois centra-se nas Orientações Curriculares para a Educação Pré‐Escolar procurando os princípios subjacentes a estas mesmas dimensões. Encerra referindo que a comparação estabelecida tem como objetivo concluir que o desenvolvimento explícito de um modelo pedagógico de qualidade se coaduna e articula com o referencial legal português para a educação de infância.</p> Clara Rosário, Rosa Santos ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/17 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 Educação Infantil no Rio de Janeiro: novos rumos, velhas ideias http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/18 <p>Este artigo discute as políticas implementadas no atendimento à educação infantil da rede pública municipal do Rio de Janeiro, de 2009 a 2016, entendendo que elas estão inseridas nos debates sobre a primeira infância. Para a gestão municipal responsável por tais políticas, o investimento nesta faixa etária era importante porque possibilitaria a melhora do percurso de escolarização de crianças que frequentaram a educação infantil, principalmente na questão da alfabetização. Como ferramenta metodológica, privilegiou‐se estudar os documentos que as implementaram. A partir desta análise, pretende‐se desnaturalizar o “padrão de excelência” defendido pela gestão do período e entender os impactos no cotidiano da rede, a partir da crítica à concepção de que a educação infantil deve ser a etapa de preparação para o ensino fundamental.</p> Virgínia Lousada ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/18 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 A Educação Artística no universo infantil: Ser feliz, aprender e brincar com arte! http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/19 <p>Objetivando‐se refletir sobre as Orientações Curriculares para a Educação Pré‐Escolar (OCEPE) (Silva et al. 2016), o presente artigo vai ao encontro de hodiernas abordagens metodológicas para a educação artística da criança, em contexto pré‐escolar, com base num trabalho holístico e transversal às expressões artísticas que tem vindo a ser realizado na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Portalegre.</p> <p>Pretende‐se expor atividades/projetos artísticos desenvolvidos com crianças em idade pré‐escolar com relação à educação artística e à luz das OCEPE, não esquecendo nunca, e de modo algum, a importância de a criança ser feliz no jardim de infância/pré‐escola e de aprender por meio da brincadeira e do jogo, atendendo ao prazer em explorar, transformar, experimentar e criar.</p> Susana Maia Porto ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/19 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 A Literatura Infantil e a Matemática na Educação Pré‐Escolar: uma relação (im)provável? http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/20 <p>Neste artigo, apresenta‐se uma proposta didática para a Educação Pré‐escolar, concebida numa perspetiva integrada do currículo, tal como é preconizado nas Orientações Curriculares para a Educação Pré‐Escolar (2016), e tendo como finalidade estabelecer conexões entre os domínios da Matemática e da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita, a partir da leitura e exploração de uma história infantil – a obra O Grufalão, da autoria de Julia Donaldson, com ilustrações de Axel Scheffler. O livro instituiu‐se como o ponto de partida para a conceção desta proposta, constituída por diversas tarefas passíveis de serem adotadas e/ou adaptadas, em contexto de jardim de infância, por (futuros) educadores.</p> <p>Pretende‐se, deste modo, demonstrar que, a partir da leitura de uma obra de Literatura Infantil, com conteúdo matemático incorporado ou não, se pode delinear um conjunto de tarefas que não só permitam envolver afetivamente, e de forma compreensiva, a criança com o livro mas também outro tipo de tarefas, promotoras do desenvolvimento da linguagem oral e da consciência fonológica (consciência silábica e fonémica), bem como de tarefas matemáticas que propiciem a aquisição de ideias e de conceitos matemáticos e o desenvolvimento de processos matemáticos (resolução de problemas, comunicação matemática e raciocínio matemático), numa perspetiva holística e integradora.</p> Teresa Mendes, Graça Cebola ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/20 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 A criança, a ciência e o conhecimento do mundo http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/21 <p>A realização e a discussão de atividades de natureza científica com ou por crianças de educação pré-escolar assenta em dois pressupostos: podemos realizar e discutir com as crianças essas atividades; devemos, temos a obrigação de realizar e discutir com elas essas atividades.</p> <p>A possibilidade de realizar atividades de natureza científica com estas crianças advém do facto de elas serem curiosas, quererem compreender o mundo que as rodeia e mostrarem uma elevada plasticidade cerebral, ou seja, a capacidade do cérebro para mudar, em resposta a estímulos ambientais.</p> <p>À pergunta: como realizar atividades de natureza científica com crianças? A resposta assertiva é: através da realização de trabalho prático, preparado de acordo com a perspetiva construtivista da aprendizagem.</p> <p>Na base deste texto esteve a realização de trabalhos práticos, em sala de jardim‐de‐infância e subordinados aos temas “germinação e crescimento de plantas” e “luz e sombra”, os quais se enquadram nas Orientações Curriculares para a Educação Pré‐Escolar, relativamente às Ciências Naturais na Área do Conhecimento do Mundo. Estes trabalhos permitiram mostrar que a realização de atividades de natureza científica pode ajudar a criança que frequenta a educação pré‐escolar a compreender melhor o mundo que a rodeia, além de lhe permitir desenvolver diversas competências, fundamentais para a sua vida, mas que também são próprias da atividade científica.</p> Fernando Rebola, Francisco Cid ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/21 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 Pensamento Crítico, Cidadania e paisagem. Uma experiência no pré‐escolar http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/22 <p>A partir da paisagem, conceito muito caro à ciência geográfica e que se tem constituído como uma linha de base nos estudos espaciais, pretendeu‐se utilizar a sua observação como instrumento de educação cívica e espacial. O sistema escolar do século XXI pretende que a formação dos alunos não se restrinja apenas aos conteúdos e conhecimentos científicos, mas que forme cidadãos críticos e interventivos face ao mundo globalizado onde se integram. Espera‐se da escola que proporcione skills que permitam, não apenas compreender e viver no mundo atual, mas também introduza novas formas de pensar, trabalhar e desenvolver capacidades de utilizar as novas ferramentas para trabalhar e comunicar.</p> <p>Sendo a paisagem reflexo da ação ou inação do homem sobre o meio, a sua observação atenta fornece-nos informações sobre a realidade observada e a sua construção, e aponta pistas para intervenção. Este processo parte de quem observa o meio e de forma crítica, o entendem e o pretende transformar ou preservar. Assim, olhar com profundidade a paisagem deve começar nos primeiros anos de escola, pois conduz à formação de bases para desenvolver adultos interventivos e pró‐ativos. O objetivo do estudo foi tentar perceber as potencialidades que a paisagem pode ter na formação cívica e geográfica das crianças em idade‐pré‐escolar. Construímos uma ficha de observação da paisagem que foi aplicada em vários Jardins‐de‐infância do concelho de Portalegre, Portugal. Para além da ficha as educadoras aplicaram igualmente a observação do meio de forma indireta, através de fotografias que apresentavam a realidade claramente positiva ou negativa.</p> Miguel Castro ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/22 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 A política brasileira para a Educação Especial: Algumas contribuições http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/23 <p>O presente texto tem como objetivo apresentar legislação que serviu de referência para a organização de ações referentes à Educação Especial na atual perspetiva da Inclusão no Brasil; discutir algumas características que permitem elucidar os embates ideológicos constitutivos da sociedade, e que, portanto, favorecem interpretações polissêmicas de tais documentos; abordar a Política Nacional de Educação Especial por meio dos Planos Nacionais de Educação inscritos como Leis tencionando a discussão de que a Lei por si só não modifica as bases que sustentam a Educação Especial. Para tanto buscou‐se apoio teórico em autores que abordam a correlação entre os embates de diferentes forças sociais relacionando às influências tanto na legislação quanto na prática e ação voltadas para o alcance da qualidade almejada na educação e mais especificamente na Educação Especial, além de autores que empreendem a crítica do e no campo, como possibilidade de avanço nas discussões. Estabeleceu‐se como metodologia: a) análise do material legal, a saber, Resolução CNE/CEB nº 2/ 2001, a Política Nacional de Educação Especial na Perspetiva da Educação Inclusiva de 2008, a Resolução nº4/2009, e os Planos Nacionais de Educação (2001 e 2014); b) comparação entre a documentação; c) estabelecimento de diferenças, semelhanças e rupturas na forma de conceituar o sujeito alvo da Educação Especial.</p> Sirleine Brandão de Souza ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/23 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100 Posters http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/24 <p>A construção e a divulgação do conhecimento constituem uma oportunidade para desenvolver relações de “cumplicidade científica” no âmbito do trabalho em Educação. A interação entre docentes, estudantes e profissionais em Educação de Infância permite o aprofundamento e a complementaridade de modelos formativos em contextos educativos onde é assumida a centralidade da Pedagogia em Participação e, consequentemente, da criança enquanto sujeito com direitos e competências.</p> <p>Inspirados pelas considerações anteriores, no âmbito do encontro Diálogos em Educação III realizado em 2017, docentes da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Portalegre (ESECS‐IPP), profissionais em Educação de Infância e estudantes do Mestrado em Educação Pré‐Escolar, assumiram o desafio de construir materiais que refletissem a interação formativa, sobretudo, entre a instituição de ensino superior e os contextos educativos/profissionais.</p> <p>Deste processo resultou a construção de cinco posters que versam sobre assuntos amplamente desenvolvidos no âmbito da formação proporcionada pela ESECS‐IPP onde está ancorada a revista Aprender: a Pedagogia em participação; o Estatuto da criança e as Orientações Curriculares em Educação Pré‐Escolar (OCEPE).</p> <p>É exatamente sobre estas grandes temáticas em Educação de Infância, a partir dos materiais então construídos e agora publicados com as adaptações necessárias, que o leitor pode conhecer e percorrer uma parte do trabalho que se vai desenvolvendo nesta instituição cuja matriz identitária é a Educação.</p> Amélia Marchão, Helder Henriques ##submission.copyrightStatement## http://aprender.esep.pt/index.php/aprender/article/view/24 Fri, 01 Jun 2018 00:00:00 +0100